Amor sem preço (sinopse de humor paras as 19)

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Amor sem preço (sinopse de humor paras as 19)

Mensagem por sandyleahlove em Sab Mar 19, 2016 3:33 pm




Hermano veio de baixo: nasceu e cresceu no bairro de Santa Teresinha e hoje é dono da maior rede supermercados brasileira, a “Superbacana – onde tudo sai a preço de banana”. Ele desde quando era pobre, no começo quando tudo não passava de um mercadinho, teve o apoio da então mulher Shirley e dá pequena Wanderléa, a filha do casal. Mas anos depois Hermano (já rico) trocou a mulher pela babá Nicéia (Nice para os íntimos), que hoje é a nova Manda-Chuva dos Da silva Pereira (o que adianta ser rico e ter nome de pobre?).
Wanderléa ou Léinha viveu no bairro de Santa Teresa até os seus quinze anos. Lá construiu alguns laços de amizade e amor, como a antiga amizade com Margarida, à filha do sorveteiro e seu namoradinho da infância Leandro. Mas tudo ficou para traz.
Shirley acabou se separando de Hermano e passando a viver no interior. Léinha que queria ficar com o pai, mas acabou sendo mandada pela madrasta para um colégio interno no exterior.
Longe de tudo e de todos, no frio da gélida Suécia Léia deixou de ser suburbana e “Brega” e passou a querer deixar o passado para traz. Aulas de etiqueta, prosódia, francês e inglês. Léia hoje é uma moça de vinte e dois anos fina e elegante. Hoje acaba de receber o pedido de casamento do jovem industrial “Gringo” Arthus, que sugere que os dois viagem para o Brasil para oficializar o compromisso e para ele conhecer a família da noiva.
Léia fica apavorada com a ideia: “Como apresentar ao noivo um bando de cafonas?”. Arthus marca a viagem e compra as passagens. Mas um dia antes da viagem Léia dá um sumiço no passaporte do noivo, assim ganhando tempo.
Ao chegar ao Brasil Léia põe seu plano em prática: “transformar Nice e Hermano em um fino casal da sociedade carioca”. E para isso terá a ajuda da estudante de moda francesa Madeleine, que era colega de faculdade da mesma.
Em meio a confusões e trapalhadas e muitos xingamentos em francês o casal Pereira se torna apresentável. Com uma semana faltando para chegada de Arthus ao Brasil ocorre um imprevisto: Shirley, a mãe de Léia, volta do interior para rever a filha. “A mesma brega de sempre...”. Só que com um agravante, com um forte sotaque brejeiro.
E agora? Nas roupas e no estilo Madeleine até dá um jeito, mas no sotaque... Léia só teve uma solução viável: Fingir que a mãe é muda. Shirley teve que passar o jantar todo sem falar um “a”. Mas confusão, gritaria e sotaques forçados.
Léia sempre teve pose de fina, elegante, de uma mulher forte. Tem como espelho a Hit-Girl Amora Campana, de quem é fã. Mas Léia esconde uma menina frágil e insegura.
Com um disfarce (se é que podemos chamar óculos e lenço de disfarce), ela vai até o bairro de Santa Tereza a procura dos velhos fantasmas do passado e encontra tudo mudado: Leandro é dono de uma pequena franquia de lojas de lingerie e está casado com Margarida (quem diria!).
Léia fica transtornada e sai correndo do local quando acaba sendo atropelada. A moça não tem grandes ferimentos, mas acaba perdendo a memória. Como estava sem documentos o jovem Doutor Raul, que cuidou dela na UPA, a leva para sua própria casa. Raul cuida dela com muito carinho e como estava impressionado com sua tamanha beleza a apelida de “Linda”.
Raul começa a nutrir uma obseção pela jovem, a ponto de reformar o seu próprio quarto para os dois dividirem.
A essa altura Arthus e a família da moça estão loucos de preocupação pelo fato do desaparecimento de Léia.
Shirley com enorme remorso de ter deixado a filha com pai e tamanha saudade decide ver as coisas da filha no seu quarto e tem uma surpresa:
Madeleine está vestida com as roupas de Léia e agindo como a amiga. Até o sotaque ela perdeu! E ai rola o maior barraco e temos mais revelações: Madeleine se chama Maria dos suplícios, é do Acre e só está fazendo curso no exterior devido ao golpe do baú que a mãe dela deu num fazendeiro, um tal de Bruno Mezenga.
Enquanto isso Hermano vasculha o bairro de Santa Teresa inteiro atrás da filha. Assim Leandro acaba descobrindo o sumiço de Léia. Leandro decidiu ajudar Hermano nas buscas, para desespero de Margarida. Margarida fica dividida ente o enorme ciúme que sente do marido e as lembranças carinhosas das brincadeiras de roda, de boneca com a amiga do passado.
Hermano e Leandro procuram Léia em tudo quanto é canto, mas Margarida é quem encontra a amiga do passado.
Margarida faz trabalhos de diarista e um de seus clientes da semana foi Raul. Ela abre a porta do apartamento e dá de cara com Léia num vestido rodado cor-de-rosa. Mas como a perda de memória de Léia ainda era recente ela não reconhece margarida: “Ela me viu não faz nem três dias e já tá me esnobando, fingindo que não me conhece!”. Ressentida Margarida faz seu trabalho e quando chega em casa não conta nada ao marido.
Passam-se dois meses. Raul falsifica documentos para Léia, com o nome de Linda da Silva. Ele tem intenção de marcar o casamento dos dois. Léia até começa a recuperar a memória, mas acaba acreditando nas mentiras de Raul: “Eu sou uma órfã que foi acolhida pelo meu namorado, futuro marido e só tenho ele no mundo.
Numa noite, com Raul dormindo, Léia desce para tomar um ar. No mesmo momento Leandro decidiu caminhar para fumar em paz e colocar os pensamentos no lugar. Ele para na calçada oposta a do prédio onde Raul morra. Léia fixa olhar naquele homem que chama a sua atenção e um mar de memórias vem na sua cabeça. Ela volta a ser Léia Pereira e corre para os braços de Leandro, de camisola e tudo. Ele se surpreende, mas fica feliz. Ela o beija como se fosse a ultima coisa que fizesse na vida. Ele a leva para a casa dos seus pais.
Leandro conta o ocorrido a Margarida, que num surto de raiva delata tudo a Raul. Margarida se arrepende e conta o que fez ao marido. Num briga e tanto dos dois, Leandro acaba com o casamento.
Léia acaba desprezando Leandro e marca seu casamento com o gringo. Leandro desolado volta para Margarida que acaba engravidando.
Enquanto isso Raul artimanha um plano para ter Léia de volta. Faz até de seu quarto um santuário.
Então Chega o dia do pomposo casamento de Léia e Arthus. A garota passa um dia no salão de beleza, no SPA. Mas não tira Leandro da Cabeça.
Na hora do temido “Sim” Léia desmaia e é levada até a sacristia. Lá é raptada por Raul e dois capangas. E levada até um esconderijo.
Enquanto isso Margarida sente dores fortes na barriga (ela está de quatro meses) e Leandro a leva para hospital. Lá recebem uma noticia: a gravidez é de risco, o melhor seria optar pelo aborto. Mas Margarida decide leva-la até o fim, mesmo que custe a sua própria vida.
Três meses depois; Léia sofre na mão de Raul e a família Pereira e a policia procuram pela mesma.
O bebe de Margarida caba nascendo antes do planejado. A mãe não resiste: “é uma menina, se chamará esperança, Ana da esperança Cuide dela Leandro e seja feliz!”.
Desolado Leandro entra num quadro de depressão. Ele então decidi vagar pela cidade sem rumo e acaba dormindo na calçada de uma farmácia abandonada. No outro dia ele ouve a voz de Léia gritando por socorro de dentro da farmácia. Ele arromba a entrada e corre dando de encontro com Raul e Léia, ela amarrada a uma cama e ele com uma seringa.
Depois de uma luta braçal Leandro espeta Raul com a seringa do mesmo, que acaba desmaiando (era tranquilizante). Os dois saem dali correndo, antes que os capangas voltem.
Leandro e Léia formalizam uma denuncia contra Raul que é preso. Os dois acabam se casando e criando esperança em Santa Teresa mesmo. Madeleine conquista Arthus e os dois se casam na Suíça. Nice, Shirley e Hermano engatam um relacionamento a três. Que rende boas confusões finais.




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