Sandy Imita Jordan: VPVDN: Sensibilidade

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Sandy Imita Jordan: VPVDN: Sensibilidade

Mensagem por sandyleahlove em Seg Abr 25, 2016 1:42 am

Sensibilidade



Trama Principal
Emília acabou de completar de 18 anos de vida, muitos destes anos gastos dentro do condomínio onde mora na grande Recife, ou nos consultórios de médicos. Desde criança a menina sofre por ser hiperativa de mais, quase incontrolável, e na adolescência com um quadro de depressão e ansiedade. Devido à saúde frágil da filha, Esther sua mãe, sempre foi superprotetora, muitas vezes até a sufocando-a. Já o pai, o advogado Francisco, apesar de ama-la, nunca foi muito presente na vida da filha.
Quando Emília fez dez anos, já era quase insuportável, com sua crises, gritos... Mas finalmente, depois de uma longa migração entre médicos do Brasil e exterior, o Doutor Henrique Sobral, neurologista, acabou com essas crises: utilizando um tratamento simples: a pintura! Por meio de tintas e lápis, Emília despejava suas angustias, seus medos, suas alegrias.
Anos depois, na adolescência, a pintura foi novamente uma aliada: Com um quadro de depressão, Emília desabafava nas tintas, nos pinceis.
Hoje, a frágil e doce Mili, nunca se separou da pintura, nem ela dela. No passado sua mãe Esther jamais deixou a filha brincar na rua, tomar banho de chuva, ser criança. Trancada dentro de casa, Mili desenhava o que queria que acontecesse: Jogar bola na rua, olhar as estrelas no céu, correr até cansar...
Já no presente, a jovem e sonhadora Emília pinta os lugares que quer conhecer no mundo: “Quero voar, sentir a natureza! Respirar ar puro! Já passei tempo de mais da minha vida trancada num quarto escuro!”. Mili queria ser Bióloga viajante. Pode isso? Para quem sonha pode sim.
Como presente de aniversário, a família toda viajou para Fernando de Noronha. Mili não sabia, mas a partir dai a sua vida não seria a mesma.
Em meio a esportes radicais, luaus, e toda a eletrizante diversão do arquipélago, Emília decide parar. Com um caderno em branco, e um estojo de aquarelas, ela decide pintar o mar: “ A brisa do mar, o próprio mar, os raios de sol, tantas nuances numa só pintura...”.
Na praia um velho pescador da vila dos remédios e seu filho Juca, tiram seu sustendo das praias de Noronha. Encantada com a beleza da cena, Mili pede para desenhar pai e filho. Juca não esconde o interesse que sentiu naquele exato momento pela moça que o desenha. Já ela finge não perceber.
Os dias transcorrem e Juca e Mili voltam a se encontrar. Eles iniciam um romance às escondidas, com medo de Esther descobrir sobre esse envolvimento. Durante beijos e caricias do casal a mãe dela vê, e dali em diante a viagem estava acabada.
A viagem termina, e a vida volta ao normal. Passasse um ano: Mili entra na faculdade, Juca continua na sua pacata vida de pescador. Mas nenhum esqueceu o outro.
No fim do ano, Mili começa a sofrer com constantes fraquezas nos braços e pernas, não consegue levantar as mãos, o pincel fica tremido na hora da pincelada...
No ápice de uma crise a moça não consegue se levantar da cama. Novamente depois uma verdadeira procissão em consultórios, veio o diagnostico: Esclerose múltipla.
Essa doença acabou por tirar os movimentos dos braços e pernas de Mili, impossibilitando-a de pintar.
Esther e Francisco fizeram de tudo para reverterem o quadro da filha, mas de nada adiantou.
Mili altiva como é, pediu aos pais que a levassem em Noronha outra vez.
A família a principio resiste, mas acaba cedendo: o advogado aluga um helicóptero especial, para satisfazer a vontade da filha.
Em meio à praia, e na companhia de Juca, Mila descobre forças, onde nem sabia que existi. Com apoio do namorado consegue pela primeira vez pintar, desde que descobriu a doença! Mas sem as mãos desta vez, utilizando a boca...
Núcleos Paralelos
A principal atividade econômica dos moradores da vila dos remédios é o turismo (se engana quem acha que é a pesca). Por causa do turismo, Arminda transformou sua casa em uma pousada, que abriga os turistas. Cariocas, paulistas, e até mesmo os Pernambucanos mesmo passam dias na pousada. O que é a alegria da fogosa filha de Arminda, Luana (lua para os íntimos). Lua tenta sempre seduzir os rapazes que vem de fora, na esperança de quê algum a leve para a “civilização”. As novas presas da moça são os amigos Leandro e Júlio, dois cariocas. Lua tenta a todo custo, usando sua sensualidade, fisgar um deles, mas sem resultado. Lua não imaginava que de amigos Leandro e Júlio não tinha nada, eles eram um casal...
Inaiá e casada com Zeca, ele pescador, ela artesã, ela faz renda, colares, pulseiras... Os artesanatos dela são conhecidos em toda a vila, e até em Recife. O casal de turistas Jessica e Luan, se encantam com os objetos e fazem uma proposta: Fazer uma exposição de arte com os objetos de Inaiá. A moça se encanta mas tem que escolher: Ou vai para capital e se torna uma artista famosa, ou fica na ilha com Zeca, um homem bruto que não aceita que a mulher vá para o “mundo”.
Há também vários personagens: o trio de senhoras futriqueiras: Zefa, Maria e Filó, a guia Lisa, cortejada por vários moços, mas que não quer casar para não perder sua independência, e o biólogo Antônio que defende as tartarugas.



Trilha sonora
1. Sensível demais (Jorge Vercillo)
2. Beija-flor (Tânia Mara)
3. Vento parado (Juliano Holanda)
4. Como nossos pais (Sandy)
5. Feito Carnaval (Roberta Sá)
6. Coisas Pequenas (Luiza Possi)
7. Sol Que Faltava (Tiago Iorc)
8. Espera só pra ver (Rafael Almeida)
9. Água No Bico (Paula Fernandes)
10. Menino Bonito (Paula Fernandes)
11. -Incompletude (Rosa de Saron & Part. Lucas Lima)

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sandyleahlove

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